Mario x Sonic: o maior confronto dos games

Veja tudo o que rolou nessa disputa épica que ficará marcada pra sempre na história dos games!

Skyrim: Análise

Veja essa análise de um dos jogos mais famosos de 2011 e um dos RPGs mais famosos do mundo.

Poseidon (God Of War 3)

O deus da água marcou presença no game God Of War 3. Veja o que eu acho sobre a luta contra ele aqui!

Veja canecas maneiras de videogames!

Deseja acordar e beber seu café numa caneca da Atari? Então clique aqui e veja os preços!

O World Of Video Games está passando por reformas em seu layout, e em breve teremos o novo template no blog oficial. Atenciosamente, Equipe WOVG.

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27 de set. de 2012

Resident Evil 6 - Análise da Demo

Resident Evil 6 é, com certeza, um dos jogos mais aguardados do ano! O retorno triunfal de Chris Redfield e o encontro épico dele com Leon Scott Kennedy será um momento que estará marcado para sempre na história dos games.

Enfim, a Equipe WOVG já jogou a demo desse jogo (baixada na PlayStation Network), e temos todas as nossas opiniões desse incrível jogo nesse post: confira logo a seguir!

Encontro épico

Como já citado antes, estamos falando de um encontro de alguns dos personagens mais incríveis de todos os tempos: Leon Scott Kennedy, Chris Redfield e Jake Muller. E mais, ainda possuímos a opção de jogar com o parceiro de cada um deles! Isso mesmo, cada um tem um parceiro: o Leon tem a Helena Harper, o Chris tem o Piers Nivans e Jake possui como parceira Sherry Birkin.


Leon e Helena - Parquinho com brinquedos! E zumbis...

A primeira campanha a ser testada foi a campanha da dupla Leon e Helena: a primeira cutscene é muito épica, onde os parceiros estão de cara a cara com o zumbi do presidente: quando ele pulou pra cima de Helena, Leon foi obrigado a dar um headshot no pobre coitado. Então os dois se conhecem e tem que arrumar uma maneira de sair daquela pocilga.

Os primeiros aspectos já podem ser observados aqui: uma coisa bem legal do jogo é que você pode escolher apontar a arma usando a mira canhota ou destra (apertando o R3 no controle de PS3)! E a sua vida é medida em vários quadradinhos, 6, especificamente. Quando você leva dano de um zumbi você pode ficar com a metade dele ou perder ele todo. E você precisa usar as clássicas ervas para recuperar um quadrado da sua vida. E como todo Resident Evil, esse jogo precisa de muita exploração para achar uma boa quantidade de balas para não se ferrar quando estiver enfiando as metralhas nos zumbis.

E outra coisa legal é que se por acaso o zumbi te pegar, você precisa ficar apertando X (no controle de PS3) ou ficar movendo o analógico pra lá e pra cá pra poder escapar! Eu gosto disso, já que dá uma sensação de realidade...

Tudo bem, quando Leon e Helena dão o fora do prédio que estavam quando mataram o presidente, eles vão para o parquinho! Só que lá tem vários zumbis... na verdade tem alguns que atiram garrafas contra você, e você tem que se mover para o lado para esquivar. Se eu fosse o cara que comandasse isso, faria com que você tivesse que apertar determinado botão para conseguir esquivar, já que eu não acho muito legal você ter que mover o analógico pra fazer isso...

Aí eles percebem que a porta para a liberdade estava trancada, e eles tem que ir pra sala buscar o Campus Keycard (se eu não me engano, é esse o nome). Durante esse caminho (e durante a fase toda) você se depara com zumbis que você julga mortos de verdade, mas eles estão "vivos"!

E uma coisa que eu queria deixar bem claro logo aqui: uma coisa que o jogo pecou muito, na minha opinião, foi o combate corpo-a-corpo entre você e o zumbi: só no exato momento que o jogo manda você apertar R1 (controle de PS3) que você tem que apertar: se você apertar em qualquer outro momento, a voadora do Leon acerta tudo menos a cara do zumbi...

Assim Leon e Helena entram num abandonado carro de polícia, mas a chave está escondida e a gente tem que ficar movendo o segundo analógico para procurar a chave. Muito realista, gostei muito, muito mesmo!


Quando eles conseguem escapar, os dois entram em um esgoto e aparece...

10.02.2012

Chris e Piers - Cidade no meio da guerra

Devo dizer que a campanha da dupla Chris e Piers é a mais difícil, já que o tempo todo tem gente atirando em você (incluindo snipers). Mas também, a cidade está no que podemos chamar de guerra!

É você contra vários seres que após mortos se transformam em zumbis. Você tem que ir catando suas balas e ervas e torcer pra não morrer!

Mas essa campanha é muito louca. Tem uma parte que é tipo: o chefão da demo, onde um zumbi gigante invade... o lugar aonde você está e você tem que matá-lo atirando no coração que está no topo da cabeça dele! É tipo, muito emocionante (e muito difícil)...

E quando toda a equipe de Chris consegue escapar dos caras que estão contra ele, aparece uma coisa: sabe o quê?

10.02.2012

Jake e Sherry - Variadas espécies de zumbis

Agora é a vez da última dupla de sobreviventes: Jake e Sherry. E tem algo que eu quero destacar: Jake é o melhor lutador entre ele, Leon e Chris. A sequência fantástica de golpes aplicados no zumbi na primeira cutscene nessa campanha é extremamente demais: tipo, me deixou de boca aberta...

A campanha de Jake e Sherry é uma "fusão" das outras campanhas anteriores: ela possui bastante ação, mas não se passa em um ambiente de guerra, se passa num ambiente que lembra a campanha de Leon.

A grande variedade de zumbis nessa campanha é muito legal: existem desde zumbis com uma boca larga e que alcança, sei lá, uns 5 metros de alcance até zumbis que parecem besouros: ficam no chão e vão seguindo você! Na minha opinião eles são bem chatos de se matar, já que são relativamente habilidosos...

Outra coisa legal é que no final dessa campanha cai de um helicóptero um zumbi muito boladão, que aparente ser difícil de derrotar, mas quando você já estiver sentado e ajeitado, pronto pra derrotar o zumbi, vai aparecer...

10.02.2012

Multiplayer online; interações das duplas

Se tem uma coisa que eu gostei pra caramba nesse jogo é que o seu parceiro interage muito no jogo. Se você estiver jogando no modo single-player e perder todas as vidas você tem que atirar, ficar deitado e esperar seu parceiro chegar para dar uns pontos de vida a você (se ele não chegar a tempo, você fica com meio ponto de vida ou morre por um zumbi). Além disso as portas do jogo só podem ser abertas com a força de seu parceiro! Além do mais, se um zumbi estiver te agarrando, ele pode matá-lo na hora

E você deve imaginar como isso deve ser legal no multiplayer. Só tenho uma coisa a te dizer: o jogo insiste, logo de início, que você jogue online: se você cria um jogo, a sua conexão vai catar outro jogador da vida!

Enfim, os negócios de jogar online são os mesmos: você não vai se dar bem se cair no jogo de alguém "não tão experiente"... e tipo, as mesmas interações do modo single-player são exigidas no multiplayer: para abrir a porta são necessários os dois parceiros (mas não dê uma de vida louca e fique parado quando o seu parceiro quiser abrir a porta), o seu parceiro é quem precisa ir até você para recuperar sua vida... além do fato dele poder matar o zumbi que estiver tentando te matar.

Avaliações finais

Diversão - 9,5
O que podemos esperar da versão completa de Resident Evil 6 é algo muito divertido e legal para se passar o tempo, já que podemos nos aventurar com os 3 maiores sobreviventes do planeta!

Gráficos - 9,4
Gráficos muito bem detalhados e realistas, e com aquele toque de assustador que só a série Resident Evil sabe dar.

Som - 9,5
Nota alta recebida por outra coisa que é exclusiva da série Resident Evil sabe dar: o medo através do som, tipo os passos ecoando na sala...

Jogabilidade - 9,8
Antes de você começar a jogar vai aparecer uma imagem que mostra todos os comandos do jogo (devem ser uns 15 ou 20, ou coisa do tipo), mas ela é muito fácil de aprender e de se acostumar.

Modo multiplayer - 9,5 (nova categoria que será avaliada em determinados jogos de nossas análises)
Muito divertido, já que exige a interação de seu parceiro, principalmente nas horas de desespero.

Ansiedade - 10 (estará presente apenas nas análises de demos de jogos ainda não publicados)
Resident Evil 6 está destinado a ser um dos melhores jogos do ano e, quem sabe, um dos melhores de toda a série Resident Evil!

NOTA FINAL - 9,6
A cooperação das duplas, a simples jogabilidade, os gráficos fantásticos e os clássicos sustos fazem com que esse jogo receba uma nota que é quase perfeita. Parabéns, RE6!




Espero que tenham gostado!
Vlw!

24 de jul. de 2012

Sonic & SEGA All-Stars Racing - Análise

Sonic & SEGA All-Stars Racing é um jogo que divide opiniões. Se você for perguntar pra pessoas que eu conheço, pelo menos, algumas vão dizer que gostam e outras que não gostam tanto. Eu, particularmente, adoro o game. "Deve ser porque você gosta de Mario Kart, TheBiel" é o que vocês devem estar pensando. Minha resposta? Tudo será esclarecido nesse post.

E só pra avisar: eu vou adotar o mesmo sistema de análises do querido site Nintendo Blast, pois o acho muito criativo (citar itens no fim e dar nota pra cada um deles). A cada vez que um blog vai crescendo ele precisa seguir passos de blogs melhores, entendem?



Análise

A SEGA só possui o Sonic? Acho que não...

Muita gente no mundo dos games acha que a SEGA só possui o Sonic como personagem. De fato, o ouriço azul e sua turma alcançaram muito mais fama que os outros personagens da SEGA, mas quem diz isso está redondamente enganado, pois elenco (e bom) é o que não falta na empresa que faliu: Alex Kidd, Amigo, Ulaia, Aiai... e muitos deles não são tão conhecidos. E isso é uma das coisas que eu acho legal no jogo, ele te faz descobrir novos personagens além do Sonic, e isso abre portas a novas experiências com videogames! Quem sabe você não descobre um "personagem preferido pra todo o sempre" nisso aí?

Jogabilidade

A jogabilidade é bem rápida. Dependendo da pista e do corredor você pode pegar uma velocidade inigualável, se souber usar as técnicas de drift e aceleração. E sim, dependendo do corredor você pode ser mais rápido... ou mais lerdo. E isso não é mostrado na seleção de personagens, você é que vai ter que descobrir!


E claro, uma coisa bem legal do jogo é que ele possui desafios, cada um mais desafiador que o outro! Você pode obter os ranks E, D, C, B, A, AA e AAA! Se você obter A ou mais passa para o próximo desafio (são 64 no total, até o que eu sei), e eles podem variar de "faça o maior número de drifts possíveis" a "colete rings!".

Outra coisa bem legal é que a cada desafio ou campeonato que você passar você ganha SEGA Miles, e com isso você pode destravar vários personagens no SEGA Shop! Knuckles e Alex Kidd são exemplos de personagens famosos a serem destravados.

As pistas também são bem interessantes, dependendo delas é claro. Algumas são muito frustrantes, e uma dessas é a Treetops, uma pista que quando você vê entrou no caminho errado, ou bateu em algum lugar... veja:


O próprio cara que criou o vídeo garantiu que você precisa usar muito o drift... É uma parada dura mesmo...

E o multiplayer é muito divertido! O modo em que você precisa pegar esmeraldas e extrair elas dos seus oponentes é muito legal!

É um Mario Kart, só que da SEGA

Muitos de vocês devem ter pensado isso durante a análise, agora eu vou dar minha opinião: Mario Kart deu origem a muitos elementos que, de fato, estão presentes em Sonic & SEGA All-Stars Racing, como os itens, marca registrada dos games de corrida da Nintendo. Porém S&SASR também introduziu coisas novas muito legais, como os desafios e os multiplayers irados!

EGG-STRAORDINARY!

Sonic & SEGA All-Stars Racing é um excelente jogo de corrida pra se divertir com os amigos e para passar o tempo: o grande número de desafios, campeonatos e personagens a serem destravados nunca vão deixar você dizer que não tem nada pra fazer no jogo. Cópia ou não de Mario Kart, é um excelente jogo para se passar o tempo!





Me desculpem pelo quadrado que diz as notas ser meio terrível, eu ainda vou falar com os designers!
Espero que tenham gostado, comentem aqui embaixo!
Vlw!

23 de jun. de 2012

Skyrim - Análise

E aí galera, hoje estou meio atolado, por isso estou postando nessa hora da noite. Mas tudo bem, vou fazer uma análise de um dos melhores jogos de 2011. Não só um dos melhores jogos do ano passado, mas também um dos melhores rpgs que eu já joguei na vida: The Elder Scrolls V: Skyrim.

Atenção: esse post pode conter spoiler! Nem tanto assim, mas de qualquer maneira é melhor se prevenir...


Análise

A ordem da análise vai ser exatamente a ordem do game. Por exemplo: o início da análise vai ser sobre o início do game, e assim vai.

No início do game eu achei duas coisas muito legais. A primeira é o fato de você poder fazer e criar sua própria personagem: nome, aparência, raça (pode ser humano, ogro, uma espécie de alienígena que agora eu não lembro o nome)... eu decidi escolher humano. E a coisa que eu não gostei muito é o fato do game ser em primeira pessoa... mas isso não permaneceu muito tempo, logo eu descobri que o game pode ser em terceira pessoa.


O combate é meio difícil na primeira vez: seja em primeira ou terceira pessoa, é chato o fato de você ter sempre que movimentar a câmera, mas quando você pega o jeito, com certeza adora lutar. E eu adoro esse negócio de poder pegar a arma dos inimigos! Cada um esconde mais coisas que o outro...

Resumindo: o game pode até ser meio chato no início por causa da falta de história que essa parte do jogo contém e por causa dos combates, mas quando você sai da vila é que fica legal.

Depois o jogo traz uma espécies de "dungeons", com enigmas, inimigos e tudo, bem ao estilo Zelda, mas no jogo da Nintendo você precisa derrotar o chefe e pegar a relíquia sagrada que o templo contém: em Skyrim você deve cumprir uma série de missões, e apesar de Zelda possuir isso eu acho que isso aí também se ajusta em Skyrim, deixa o jogo muito legal!

E outra coisa: se você estiver no início (e já estiver fora da vila), deve pensar exatamente isso: "se fizessem um top 1000 piores nadadores de todos os tempos dos games, com certeza o carinha de Skyrim estaria em primeiro". E essa natação (se é que podemos chamar assim, já que ele mergulha (nem boia na água), desce e fica lá até morrer, a não ser que você saia) pode ser algo que melhore com o jogo, mas eu não curto muito isso não...

Nota final: 9,2
Análise: Um jogo que pode chegar a ser entediante no começo acaba sendo épico e maneiro quando você avança na história! Excelente jogo, usa todos os aspectos de RPGs e é um dos melhores games de 2011!
Prós: O jogo é muito legal quando se sai da vila, enigmas legais, combate quando já está acostumado, possibilidade de escolher se o game é em primeira ou terceira pessoa, possibilidade de criar a personagem.
Contras: Dificuldade pra iniciantes, meio chato no início, você deve pensar isso: "um dos piores nadadores que eu já vi!".



Espero que tenham gostado!
Vlw!

18 de mai. de 2012

Sonic the Hedgehog 2 - Análise

Fala aí, gente!
Já faz um tempo que eu não coloco sobre Sonic aqui no blog, então hoje farei uma análise de um dos melhores e mais famosos jogos do ouriço azul: Sonic the Hedgehog 2.


Análise

Não sei por onde começar, então vamos falar daquele que foi companheiro de Sonic nessa grande aventura e que, até hoje, ainda é: a raposa de duas caudas Miles Prower, mais conhecido como Tails. Uma das coisas legais desse jogo é que você não precisa jogar com um amigo pra jogar com o Tails. Sem o 2P, a raposa acaba te seguindo e imitando tudo o que você faz. Mas esse "companheirismo" pode ser algo bom ou algo ruim. No Robotnik (o principal inimigo do jogo) da Chemical Plant o Tails é de grande ajuda, porque o Robotnik fica parado e é só você usar o Sonic pra dar umas pancadas nele e o Tails, fazendo o que você faz dará umas pancadas nele também, facilitando muito a vida. Mas ter ele ao seu lado pode ser algo ruim pelo seguinte: quando você está na Aquatic Ruins, você precisa de bolhas pra não se afogar debaixo da água. Mas o problema é que às vezes o Tails fica roubando as bolhas que você precisa pra respirar causando a morte de Sonic! Mas isso quase não importa, já que na maioria do jogo ele pode e vai te ajudar.

Agora vamos falar das fases. Elas são bem criativas e grandes. Como em todo o jogo do Sonic, as fases começam de uma maneira fácil pra caramba e vão piorando até ficarem apelativas ao extremo. E isso é legal, pois é a marca registrada do ouriço: a dificuldade em se passar de certas fases. Mas algumas fases enchem o saco pra passar e outras dão prazer. O que eu quero dizer com isso? Simples. Olha só: o jogo tem 11 fases (não vou falar seus nomes pra não gerar spoiler). Eu me divirto muito passando de algumas fases, e tem outras que eu detesto passar! Eu não jogo elas com prazer, eu vivo pensando: "se eu quiser zerar, vou ter que passar delas...". Detestar passar de algumas fases do jogo com certeza descontará uns pontinhos na nota final dessa análise, pois o meu jogo preferido da série (Sonic 3 & Knuckles) não possui uma fase que eu não goste.

Os gráficos são animais! Claro que os atuais são melhores, mas aqueles que já pesquisaram a fundo sobre Sonic the Hedgehog sabem muito bem que nesse jogo foram utilizadas todas as palhetas de cores que o Mega poderia suportar. Mas Sonic 2 chegou com gráficos melhores! É como se fosse um dos gráficos mais avançados pra época, animal!

A música é um elemento de destaque do jogo. Se você já viu aquele top 10 temas do Sonic que eu fiz sabe muito bem que eu adoro o som do jogo. O próprio top já revela que o melhor tema da saga Sonic é o tema da fase Chemical Plant, presente no Sonic 2. Junto com esse, 3 temas de fases do jogo estão no top 10.

Sonic the Hedgehog 2 é um dos jogos de Sonic que mais possui chefes legais. Eles são criativos, muito legais... claro que o Robotnik da Emerald Hill (primeira fase) é ridículo, mas a dificuldade vai aumentando, até chegar na última fase do jogo. O Robotnik da última fase é muito apelão...


Nota final: 9,5
Descrição: Sonic 2 é um jogo criado exatamente para os anos 90: um jogo simples, criativo e muito divertido criado para prender pessoas na tela por muitas horas. Sem dúvida, vai ficar pra sempre na história dos games.
Prós: Jogabilidade, som, gráficos, interação do Tails, chefes criativos.
Contras: Algumas fases do jogo, possibilidade do Tails te atrapalhar.


É isso que eu acho do jogo Sonic the Hedgehog 2!
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Vlw!

30 de abr. de 2012

Uncharted 3 - Análise


Só ontem que eu ganhei o meu tão esperado PlayStation 3, com três jogos que eu aguardava muito, também: "Batman: Arkham City", "God Of War 3" (aquela análise que eu fiz desse jogo foi o seguinte: eu joguei na casa de um amigo, e se eu pudesse atualizar essa análise, daria 8,5) e "Uncharted 3". O último  foi o que eu mais gostei, depois de um tempinho de jogatina dos três. Eu adoro a mitologia grega e God Of War teria tudo pra ser o melhor jogo do Play 3, mas Uncharted, até agora (ainda comprarei Battlefield 3 e Prototype 2), é considerado o melhor do console, por mim. Mas por quê? Confira abaixo!

Análise

Eu configurei o console para ser em português no início, mas achei que isso só mexeria no console, mas mexe no jogo também. Eu fiquei surpreendido, já que é dublado em português e durante as custcenes, você pode configurar (usando o botão quadrado) se quer legendas ou não! Com esses gráficos impecáveis (serão citados mais a frente), parece um filme de animação em que você é o roteirista (controla o Nathan Drake). A interação das personagens também é ótima. Enquanto você está na floresta, procurando o lugar, os dois caras que ficam te seguindo falam sobre uma viagem realizada no Peru tantos anos atrás... e os palavrões podem ser considerados um mal exemplo, mas são engraçados, muito legal.

A jogabilidade é dificil pacas, mas dá um show. Eu configurei para o jogo ficar no modo mais fácil, e os inimigos não pegam mole não, mas parece que o Nathan é meio "imortal", já que sangue fica voando e o cara não morre. Na verdade, eu detesto o jeito de você movimentar a mira da arma: é um porre, é pra movimentar o analógico R3 de modo certinho... vai ser meio difícil de se acostumar.

Uma das partes mais maneiras do início do jogo: enquanto Nathan e Sully fingem de mortos, se passa um flashback, que mostra que 20 anos atrás: Drake era apenas um vagabundo que saia por aí roubando maçãs pra comer, mesmo podres. Ele era um verdadeiro ladrãozinho, podia roubar sem ninguém perceber!

Nathan Drake, nesse jogo (e, com certeza, nos outros da saga), é um verdadeiro campeão de Le Parkour. Só existem duas maneiras de se entrar em um lugar, nesse jogo: na porta, ou escalando tantos encanamentos, pulando de telhado em telhado toda a hora! Isso é legal, mas se liga: eu já morri umas dez vezes, não porque eu sou um noob, mas se você errar UM cálculo durante os saltos loucos, você cai num buraco sem fundo aí e morre. Morre mesmo. Fica tudo cinza e mostra uma música esquisita.

Os gráficos nem se comentam. Não é a toa que o jogo ganhou o prêmio de melhores gráficos em todas as feiras principais, são bons mesmo: bem detalhados, dá impressão de que eles são reais mesmo, os movimentos bons pra caramba... tudo maneiro!

Os enigmas também são geniais. O problema é que, como eu coloquei no modo mais fácil, o jogo fica dando dicas toda hora. Ainda bem que a pergunta "desvendar enigma?" pode ser optada por não, porque se fosse assim o jogo ficaria muito sem graça.

Nota final: 9,7
Descrição: Uncharted 3 é aquele jogo que te vicia muito, e que você sabe que não vai largar o DualShock por um bom tempo, só por causa dele. Eu sei que, pra mim, permanecerá como o melhor jogo do PS3 por um bom tempo, não vai ser qualquer joguinho aí que vai abalar essa soberania.
Prós: Jogabilidade, gráficos, dublagem, interação, modo "le parkour" ativado, opção de dificuldade, habilitação ou não de legendas, enigmas criativos.
Contras: Dificuldade no modo "tiroteio".


Então, por hoje é isso!
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Vlw!

11 de abr. de 2012

Bully: Análise


Alguém aqui se lembra desse jogo? Eu já me diverti muito jogando Bully (para PS2) com os meus amigos... eu até pareço uma pessoa legal, mas eu já espanquei muita gente, nesse jogo... afinal, é o objetivo dele, né? Agora, eu vou fazer uma análise dele. O tempo verbal está no passado, já que eu não jogo o jogo atualmente, OK?

Análise

Na minha opinião, Bully lembra muito o Grand Theft Auto: apesar de você não poder matar alguém nesse jogo (só se for no capítulo 6, que você confere mais abaixo), algumas semelhanças (tipo machucar quem quiser!) permanecem. Os gráficos eram legais, a escola era grande para ser explorada e você ficava, tipo, "sou demais", agredindo os nerds e caras do tipo. Mas esse não era a única coisa a se fazer: eu lembro que sempre dava pra entrar no meio do ambiente escolar, como fofocas... é o tipo de jogo em que você pode fazer o que bem entender na hora que entender, mas ganhar o respeito das pessoa (não me soa estranho)... vale lembrar que agredir é legal, mas você pode, muito bem, ser um vingador, apanhando os valentões que batem nos nerds. Mas para atos existem consequências! Tome muito cuidado ao bater em pessoas, você pode fazer isso na frente de um inspetor e receber ameaças de suspensão, na sala do diretor. Vale lembrar, também, que GTA está quase presente no jogo, já que no capítulo 6, você sai da escola e pode fazer o que quiser, nessa cidade... animal...

Nota final: 8,0
Prós: Jogabilidade, gráficos, estilo GTA.
Contras: Câmera do jogo

É, por hoje é só isso!

3 de mar. de 2012

God Of War III: Análise


Opa! E aí, galera, beleza?
Hoje eu estou aqui para revelar a minha análise, a minha opinião sobre o jogo God Of War III. É um jogo bem legal, mas como quase todas as coisas do mundo, tem um lado bom e um lado ruim.
Se você vai jogar esse jogo e não quer saber nada, eu peço que você pare por aqui. Não darei nenhuma dica de como passar de tal fase, apenas darei minha opinião do jogo.

Análise

A história do jogo é muito boa, e, como sabemos, a história é original e épica, assim como o principal personagem do jogo, Kratos. Os calabouços e castelos são geniais, assim como os rivais que, apesar de difícil, tem algo como uma tática de derrotar muito boa. Mas eu diria que alguns rivais são tão difíceis que chegam a apelar, principalmente porque Kratos tem pouca vida. E achar vidas e outros itens é outra coisa que eu gostaria de criticar. É muito difícil de achar itens nesse jogo, e como eu gosto de raciocínio, mas isso pode ser um ponto bom e um ponto ruim. Outra coisa boa ruim nesse jogo é o excesso de pornografia. A jogabilidade também é algo que eu citaria como muito difícil de se acostumar. E os gráficos são muito bons, e isso é uma coisa boa.

Nota final: 6,5
Pontos positivos: história boa, calabouços criativos, rivais com uma boa tática de derrotar, itens escondidos (eu gosto de raciocínio, mas se você gosta, cite isso como um ponto negativo), excesso de pornografia.
Pontos negativos: Apelação de alguns rivais, pouca vida, poucas chances de achar vida, excesso de pornografia, jogabilidade difícil.

Bom... é isso!
Deixe suas opiniões nos comentários!
Vlw!

8 de fev. de 2012

Sonic Generations: Análise


Bom, galera, hoje eu vou estrear o marcador "análise". Eu peguei essa ideia de um blog na qual eu fechei parceria a um tempo chamado Museum dos Games. Visitem ele!

Mas vamos falar de Sonic. Eu ganhei esse jogo logo ontem e fiquei jogando por um tempão, e é isso que eu tenho a dizer:

Análise

O que eu tenho a dizer desse jogo é que ele é bem legal. Muito legal, mesmo: os gráficos são bem realistas, o efeito 3D é muito bem utilizado (pelo menos pra mim, lamento, jogador de Xbox 360!) e os gráficos são bem bonitos e bem-feitos. As fases são criativas. E a diferenciação do modo clássico ao modo atual é muito bem feito: no início achei que eu ia gostar muito mais do modo clássico, mas cara, como eu estava enganado. É páreo duro entre os dois, mas, na minha opinião, o modo clássico ainda ganha. Os inimigos são difíceis, é assim que eu gosto. E ainda tem várias relações nesse jogo com "Sonic The Hedgehog" (primeiro jogo da série), como o tema da "Green Hill Zone" (primeira fase desse jogo e do primeiro da série Sonic) e, de novo, os gráficos bem bonitos. Isso sem falar das fases especiais onde você consegue a Chaos Emerald, essa aí é bem criativa. E também tem a questão do diálogo. Sonic (a versão atual) e Tails se comunicam com palavras, porém o Sonic clássico só fala com "!" ou "?", já que naquela época o Sonic não falava. A única coisa que está fazendo falta nesse jogo (eu só cheguei até a Mushroom Hill Zone") são os chefes. Tem estágios especiais que têm chefões, mas nos antigos tinham em todas as "acts".

Nota final: 9,0
Prós: gráficos bonitos, diálogo engraçado, inimigos difíceis, diferenciação do modo clássico e do modo atual, relações com "Sonic The Hedgehog 1, 2 e 3".
Contra: ausência de chefes

Vlw!